19 19UTC janeiro 19UTC 2010 Ítalo(Chapolin) 12 comentários
A filha da cantora Dalva de Oliveira com o marido argentino Tito Climent está processando a Rede Globo por exibir a minissérie “Dalva e Herivelto – Uma Canção de Amor” sem consultá-la. Segundo a coluna Outro Canal do jornal Folha de S. Paulo, Dalva Lúcia Climent tentou impedir a exibição da obra, mas não conseguiu. “Ela teria que ter sido consultada.” – diz a advogada Shirlei Weisz. Dalva Climent deve entrar com uma ação de danos morais e materiais contra a emissora.
A filha de Dalva de Oliveira não foi citada na minissérie escrita por Maria Adelaide Amaral. “Meu foco foi a relação de Dalva e Herivelto. Na história e na obra do casal, ela não teve importância. Não estou dizendo que não foi importante para Dalva, mas que não fez parte do período que optei por retratar [ela não havia nascido nessa época]“, falou a autora.
O filho de Dalva de Oliveira e Herivelto Martins, Pery Ribeiro disse não considerar que Dalva Climent seja filha da cantora. Segundo Pery, ela foi levada para a casa quando ainda era bebê. Nesta época, Dalva de Oliveira era casada com Tito Climent e resolveu criar a garota por ter adquirido afeto por ela.
Dalva Climent está processando os filhos de Dalva de Oliveira, pois quer ser reconhecida como filha legítima da cantora e receber os direitos pelas músicas. Pery escreveu em seu livro “Minhas Duas Estrelas”, que quando Dalva e Tito se separaram, Dalva Climent resolveu ir morar com o pai na Argentina e nunca mais os procurou. “Ela resolveu aparecer agora.” – disse Pery Ribeiro.
Segundo a advogada de Climent, ela é filha legítima da cantora e a certidão de nascimento está anexada ao processo. Shirlei Weisz também afirma que ela viveu com Dalva de Oliveira até pouco antes de sua morte.
http://www.vinateve.com.br/
Esse Blog fala um pouco de mim e daquilo em que acredito. Em minhas andanças pelo mundo descobri que o mais difícil é ser você mesmo e ter coragem para expor aquilo que se pensa. Enquanto escrevo, busco ser fiel a mim mesma no momento em que sou. No momento em que ouso expor aquilo penso. E se amanhã mudar de idéia. Eu mudo: Como diria o saudoso Raul Seixas: "Eu prefiro ser essa metamoforse ambuilante/do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo". Sejam bem vindos ao meu mundo!
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
O HAITI É AQUI!
O Brasil está sofrendo com as chuvas e suas conseqüências drásticas principalmente para a população mais pobre: deslizamentos de terra sobre casas e mortes.
O governo federal ficou de enviar aos Estados afetados cerca de seiscentos milhões de reais, para os trabalhos de recuperação das áreas afetadas, algo que até o presente momento, não há qualquer informação de que o governo tenha enviado de fato enviado tal quantia.
Entretanto, para ajudar as vítimas do Haiti, o governo, além de enviar médicos e soldados, enviou dez milhões de dólares para a recuperação do país!
Não estou criticando a ajuda dada ao Haiti em momento tão doloroso e triste, mas sim, que devemos primeiro cuidar de nossas mazelas para depois cuidar das mazelas alheias.
Evidente que devemos ajudar nossos irmãos haitianos, que estão passando pelos piores momentos de suas vidas, mas não podemos olvidar de nossos compatriotas que no nordeste sofrem com a seca e no sul e sudeste com as enchentes que vem destruindo casas e levando vidas de forma trágica e dolorosa.
O Brasil tem que parar com essa política de querer se mostrar “bonzinho” para as outras nações do planeta e começar a cuidar da casa com tanto ou mais cuidado com que cuida da casa alheia.
Brasileiros estão sofrendo com soterramentos, assim como os haitianos, claro, guardados as devidas proporções, já que no Haiti milhares de pessoas morreram e estão sendo enterradas em covas sem identificação.
Jamais saberemos com exatidão o número de mortos no Haiti. Infelizmente a catástrofe teve proporções gigantescas e é imperioso a união dos países do globo para ajudar essa gente, que já vivia em uma miséria terrível e que agora, perdeu o pouco que tinha.
Concordo que o Brasil e entidades brasileiras ajudem o Haiti, o que descordo é que se olvide de ajudar os filhos da própria pátria em detrimento dos filhos de outras.
Existem milhares de desabrigados no Brasil que sequer sabem o que farão daqui para frente. E o governo federal, ao invés de enviar auxílio as cidades afetadas em seus Estados, envia milhares de dólares pára ajudar o Haiti.
Tem uma música, se eu não me engano, do ex-ministro da cultura Gilberto Gil, que diz que o Haiti é aqui. Talvez ele quisesse comparar a miséria entre os dois povos. A verdade é que desde que foi escrito o livro “Coronelismo, Enxada e Voto”, escrito por Victor Nunes Leal em 1949, que o Brasil, nada mudou.
Ainda vivemos, em muitos cantões brasileiros, no tempo dos coronéis. Ainda, apesar da Lei Áurea, temos trabalho escravo em muitas fazendas do Brasil. Ainda temos fome e miséria por toda parte. Somos um país de pessoas que vivem de esmolas governamentais como o Bolsa Família e Bolsa Escola. Por que o governo, ao invés de dar migalhas, não paga um salário digno para seus cidadãos não dependerem de esmolas oriundas do poder?
Por que não enviamos ajuda humana nesse momento, como médicos, soldados, enfermeiros e deixamos a ajuda financeira para quando essa ajuda não fizer falta em nossa casa?
Existe conta no Banco do Brasil de titularidade da CNBB e Cáritas Brasileira, com o fim de arrecadar fundos ao Haiti, assim como temos possibilidade, se pudermos ajudar financeiramente, de enviar ajuda aos Médicos sem Fronteira, ou outras entidades com a finalidade precípua de arrecadar fundos para a reconstrução do Haiti.
Sem fundos para isso, garanto que se bem administrados, o Haiti não fica! Nós não podemos enquanto Governo Federal, ajudar a casa alheia, enquanto nossa casa está uma balbúrdia!
Shirlei Amaro Avena Weisz é advogada e professora universitária.
O governo federal ficou de enviar aos Estados afetados cerca de seiscentos milhões de reais, para os trabalhos de recuperação das áreas afetadas, algo que até o presente momento, não há qualquer informação de que o governo tenha enviado de fato enviado tal quantia.
Entretanto, para ajudar as vítimas do Haiti, o governo, além de enviar médicos e soldados, enviou dez milhões de dólares para a recuperação do país!
Não estou criticando a ajuda dada ao Haiti em momento tão doloroso e triste, mas sim, que devemos primeiro cuidar de nossas mazelas para depois cuidar das mazelas alheias.
Evidente que devemos ajudar nossos irmãos haitianos, que estão passando pelos piores momentos de suas vidas, mas não podemos olvidar de nossos compatriotas que no nordeste sofrem com a seca e no sul e sudeste com as enchentes que vem destruindo casas e levando vidas de forma trágica e dolorosa.
O Brasil tem que parar com essa política de querer se mostrar “bonzinho” para as outras nações do planeta e começar a cuidar da casa com tanto ou mais cuidado com que cuida da casa alheia.
Brasileiros estão sofrendo com soterramentos, assim como os haitianos, claro, guardados as devidas proporções, já que no Haiti milhares de pessoas morreram e estão sendo enterradas em covas sem identificação.
Jamais saberemos com exatidão o número de mortos no Haiti. Infelizmente a catástrofe teve proporções gigantescas e é imperioso a união dos países do globo para ajudar essa gente, que já vivia em uma miséria terrível e que agora, perdeu o pouco que tinha.
Concordo que o Brasil e entidades brasileiras ajudem o Haiti, o que descordo é que se olvide de ajudar os filhos da própria pátria em detrimento dos filhos de outras.
Existem milhares de desabrigados no Brasil que sequer sabem o que farão daqui para frente. E o governo federal, ao invés de enviar auxílio as cidades afetadas em seus Estados, envia milhares de dólares pára ajudar o Haiti.
Tem uma música, se eu não me engano, do ex-ministro da cultura Gilberto Gil, que diz que o Haiti é aqui. Talvez ele quisesse comparar a miséria entre os dois povos. A verdade é que desde que foi escrito o livro “Coronelismo, Enxada e Voto”, escrito por Victor Nunes Leal em 1949, que o Brasil, nada mudou.
Ainda vivemos, em muitos cantões brasileiros, no tempo dos coronéis. Ainda, apesar da Lei Áurea, temos trabalho escravo em muitas fazendas do Brasil. Ainda temos fome e miséria por toda parte. Somos um país de pessoas que vivem de esmolas governamentais como o Bolsa Família e Bolsa Escola. Por que o governo, ao invés de dar migalhas, não paga um salário digno para seus cidadãos não dependerem de esmolas oriundas do poder?
Por que não enviamos ajuda humana nesse momento, como médicos, soldados, enfermeiros e deixamos a ajuda financeira para quando essa ajuda não fizer falta em nossa casa?
Existe conta no Banco do Brasil de titularidade da CNBB e Cáritas Brasileira, com o fim de arrecadar fundos ao Haiti, assim como temos possibilidade, se pudermos ajudar financeiramente, de enviar ajuda aos Médicos sem Fronteira, ou outras entidades com a finalidade precípua de arrecadar fundos para a reconstrução do Haiti.
Sem fundos para isso, garanto que se bem administrados, o Haiti não fica! Nós não podemos enquanto Governo Federal, ajudar a casa alheia, enquanto nossa casa está uma balbúrdia!
Shirlei Amaro Avena Weisz é advogada e professora universitária.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
O QUE LEVAMOS NA VIDA
Somos parte de um todo que nos cala ante a imensidão de Si mesmo. Somos inseparáveis desse todo que nos comporta. E mesmo assim, apesar de nunca estarmos sós, a solidão nos assola.
Esse Todo nos ensina a buscar a felicidade no amor e dedicação a pequenas coisas da vida, como tomar consciência de si mesmo e saber que ser é infinitamente menor que o ser que te comporta.
Quando sentimos em nós vibrar a Energia da Vida, compreendemos que já somos tão sozinhos e que as nossas escolhas não dependem tanto do que escolhemos, mas de como nos colocamos quando escolhemos.
Entendemos que a nossa imperfeição encerra em si a Perfeição que se exaspera em uma ligação entre nós e o Todo que nos comporta.
Começamos a entender que não somos tão diferentes de nosso semelhante, o nosso próximo e sim somos ligados a ele por uma Energia que transcende a nós mesmos.
Já não procuramos significado para existir. Apenas existimos e deixamos que o Universo ou a Energia que está em tudo e em todos, aja por Si mesmo em nós, e de acordo com nossos sentimentos, nos traga como um imã aquilo que almejamos. É preciso se sentir feliz para ter felicidade. É preciso se sentir próspero para ter prosperidade. É preciso se sentir rico para riqueza. E não o contrário, pois o contrário é incapaz de nos fazer sentir UNO com o Todo. Primeiro fazemos depois entendemos. Primeiro sentimos depois somos.
Para ser amado é preciso amar primeiro sem esperar nada em troca. É preciso entender que a nossa individualidade quando colocada em contato com outra individualidade, troca um pouco de si mesmo com outro. Fazendo de nós e do outro uma parte inseparável, para sempre. NÃO TEMOS COMO DEVOLVER AO OUTRO O QUE ELE NOS DEU, E NEM O OUTRO TEM COMO NOS DEVOLVER AQUILO QUE NOS FOI DADO.
O amor, independente de suas inúmeras formas de amar jamais deixa de existir. Ele permanece para sempre em ambos, mas com o tempo, amadurece e já não exige tanto do outro para ser parte dele.
O amor é eterno, o que perece é a egolatria existente em nosso eterno individualismo, quando deixamos o outro querendo mais de nós mesmos e do outro que deixamos.
A perda de um amor pode ser sentida eternamente, mas cada dia, esse sentir fica diferente, até que já não sabemos se sentimos falta do ser amado ou orgulho ferido. Dor-de-cotovelo.
Para ser humano é necessário sentir o triunfo e a derrota, eternos impostores, como algo real que nos atinge, senão seremos seres que já transcenderam as esferas celestiais. Já não seremos humanos. Seremos homens e mulheres que estão além do nosso tempo, além do nosso sentir, pois já não sentem, conseguem encarar ambos os impostores como algo corriqueiro da vida. Do viver.
Seremos um espanto para todos que nos cercam. Seremos como loucos em nossa natureza que já não sente o triunfo e derrota como algo real e palpável, mas sim como percalços de uma vida repleta deles.
Seremos pessoas que entendem a lei da ação e reação sem revolta. Sem espanto. Seremos como pessoas que vivem um dia de cada vez, deixando para trás o passado que nunca é o mesmo, pois nossas memórias vão sendo substituídas com tempo, na medida em que se apagam no nosso cérebro. Seremos pessoas que vivem o amanhã hoje, pois ele (o hoje no amanhã) é a prévia das realizações futuras, como diria Einstein.
Seremos eternamente jovens, pois já não preocupamos com o amanhã, o deixamos com suas próprias preocupações e vivemos no presente, no hoje, que é tudo que nós temos.
Tornaremos-nos jovens eternamente, pois para nós não existe nada que nos impeça de chegar onde queremos, pois o que queremos e desejamos, nos é dado no hoje quando o vivemos.
Seremos aqueles que jamais envelhecem e que trazem nos olhos o brilho da felicidade eterna, pois vivemos e sentimos a felicidade e dessa forma somos felicidade.
Seremos aqueles capazes de transformar tudo no que tocamos em ouro puro, pois sentimos que somos riqueza e essa riqueza vem até nós como um imã. Se temos dinheiro, mas não sentimos a riqueza que temos, podemos ser o mais rico dos mortais, mas seremos o mais pobre dos homens, pois seremos incapazes de dividir com o outro a riqueza que nos cerca. Pois não a sentimos e se não sentimos, na verdade, não a temos.
Nós temos aquilo que em nós se encontra. Nós temos a vida que levamos e é tudo que levamos da vida, portanto se temos dinheiro mas somos incapazes de sentir a riqueza e a prosperidade em nós, nosso dinheiro será o mesmo que nada, pois levamos da vida, aquilo que somos e trazemos em nós.
Shirlei Amaro Avena Weisz
Esse Todo nos ensina a buscar a felicidade no amor e dedicação a pequenas coisas da vida, como tomar consciência de si mesmo e saber que ser é infinitamente menor que o ser que te comporta.
Quando sentimos em nós vibrar a Energia da Vida, compreendemos que já somos tão sozinhos e que as nossas escolhas não dependem tanto do que escolhemos, mas de como nos colocamos quando escolhemos.
Entendemos que a nossa imperfeição encerra em si a Perfeição que se exaspera em uma ligação entre nós e o Todo que nos comporta.
Começamos a entender que não somos tão diferentes de nosso semelhante, o nosso próximo e sim somos ligados a ele por uma Energia que transcende a nós mesmos.
Já não procuramos significado para existir. Apenas existimos e deixamos que o Universo ou a Energia que está em tudo e em todos, aja por Si mesmo em nós, e de acordo com nossos sentimentos, nos traga como um imã aquilo que almejamos. É preciso se sentir feliz para ter felicidade. É preciso se sentir próspero para ter prosperidade. É preciso se sentir rico para riqueza. E não o contrário, pois o contrário é incapaz de nos fazer sentir UNO com o Todo. Primeiro fazemos depois entendemos. Primeiro sentimos depois somos.
Para ser amado é preciso amar primeiro sem esperar nada em troca. É preciso entender que a nossa individualidade quando colocada em contato com outra individualidade, troca um pouco de si mesmo com outro. Fazendo de nós e do outro uma parte inseparável, para sempre. NÃO TEMOS COMO DEVOLVER AO OUTRO O QUE ELE NOS DEU, E NEM O OUTRO TEM COMO NOS DEVOLVER AQUILO QUE NOS FOI DADO.
O amor, independente de suas inúmeras formas de amar jamais deixa de existir. Ele permanece para sempre em ambos, mas com o tempo, amadurece e já não exige tanto do outro para ser parte dele.
O amor é eterno, o que perece é a egolatria existente em nosso eterno individualismo, quando deixamos o outro querendo mais de nós mesmos e do outro que deixamos.
A perda de um amor pode ser sentida eternamente, mas cada dia, esse sentir fica diferente, até que já não sabemos se sentimos falta do ser amado ou orgulho ferido. Dor-de-cotovelo.
Para ser humano é necessário sentir o triunfo e a derrota, eternos impostores, como algo real que nos atinge, senão seremos seres que já transcenderam as esferas celestiais. Já não seremos humanos. Seremos homens e mulheres que estão além do nosso tempo, além do nosso sentir, pois já não sentem, conseguem encarar ambos os impostores como algo corriqueiro da vida. Do viver.
Seremos um espanto para todos que nos cercam. Seremos como loucos em nossa natureza que já não sente o triunfo e derrota como algo real e palpável, mas sim como percalços de uma vida repleta deles.
Seremos pessoas que entendem a lei da ação e reação sem revolta. Sem espanto. Seremos como pessoas que vivem um dia de cada vez, deixando para trás o passado que nunca é o mesmo, pois nossas memórias vão sendo substituídas com tempo, na medida em que se apagam no nosso cérebro. Seremos pessoas que vivem o amanhã hoje, pois ele (o hoje no amanhã) é a prévia das realizações futuras, como diria Einstein.
Seremos eternamente jovens, pois já não preocupamos com o amanhã, o deixamos com suas próprias preocupações e vivemos no presente, no hoje, que é tudo que nós temos.
Tornaremos-nos jovens eternamente, pois para nós não existe nada que nos impeça de chegar onde queremos, pois o que queremos e desejamos, nos é dado no hoje quando o vivemos.
Seremos aqueles que jamais envelhecem e que trazem nos olhos o brilho da felicidade eterna, pois vivemos e sentimos a felicidade e dessa forma somos felicidade.
Seremos aqueles capazes de transformar tudo no que tocamos em ouro puro, pois sentimos que somos riqueza e essa riqueza vem até nós como um imã. Se temos dinheiro, mas não sentimos a riqueza que temos, podemos ser o mais rico dos mortais, mas seremos o mais pobre dos homens, pois seremos incapazes de dividir com o outro a riqueza que nos cerca. Pois não a sentimos e se não sentimos, na verdade, não a temos.
Nós temos aquilo que em nós se encontra. Nós temos a vida que levamos e é tudo que levamos da vida, portanto se temos dinheiro mas somos incapazes de sentir a riqueza e a prosperidade em nós, nosso dinheiro será o mesmo que nada, pois levamos da vida, aquilo que somos e trazemos em nós.
Shirlei Amaro Avena Weisz
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